Antônio Gonçalves Dias; Canção do exílio
Mi/nha/te/rra/tem/pal/mei/ras
On/de/can/ta o/Sa/bi/á,
As/a/ves,/que a/qui/gor/jei/am
Não/gor/jei/am/co/mo/lá.
No/sso/céu/tem/mais/es/tre/las
No/ssas/vár/zeas/têm/mais/flo/res, No/ssos/bos/ques/têm/mais/vi/da
No/ssa/vi/da/mais/a/mo/res.
Em/cis/mar,/so/zi/nho,à/noi/te,
Mais/pra/zer/en/con/tro eu/lá
Mi/nha/te/rra/tem/pal/mei/ras
On/de/can/ta o/Sa/bi/á
Mi/nha/te/rra/tem/pri/mo/res,
Que/tais/não/en/con/tro eu/cá;
Em/cis/mar/–so/zi/nho,à/noi/te –
Mais/pra/zer/en/con/tro eu/lá;
Mi/nha/te/rra/tem/pal/mei/ras,
On/de/can/ta o/Sa/bi/á.
Não/per/mi/ta/Deus/que eu/mo/rra,
Sem/que eu/vol/te pa/ra/lá;
Sem/que/des/fru/te os/pri/mo/res
Que/não/en/con/tro/por/cá;
Sem/qu'in/da a/vis/te as/pal/mei/ras
On/de/can/ta o/Sa/bi/á
Antônio Gonçalves Dias, nasceu em Caxias, no dia 10 de
agosto de 1823 — e faleceu em Guimarães,(MA) 3 de novembro de 1864) foi um
poeta, advogado, jornalista, etnógrafo e teatrólogo brasileiro. Um grande
expoente do romantismo brasileiro e da tradição literária conhecida conhecida como
"indianismo", é famoso por ter escrito o poema "Canção do Exílio", que viria
dar-lhe o título de poeta nacionnal do Brasil, o curto poema épico I-Juca-Pirama
e muitos outros poemas nacionalistas e patrióticos. Foi um ávido pesquisador das
línguas indígenas e do folclore brasileiro. Gonçalves Dias Retrato de Gonçalves
Dias Nome completo Antônio Gonçalves Dias Nascimento 10 de agosto de 1823
Caxias, Maranhão Império do Brasil Império do Brasil 3 de novembro de 1864 (41
anos) Guimarães, Maranhão Império do Brasil Império do Brasil Nacionalidade
brasileiro Cônjuge Olympia Cariolana da Costa Filho(a)(s) Joana da Costa
Gonçalves Dias Ocupação Poeta, teatrólogo, jornalista, advogado, etnógrafo
Principais trabalhos Canção do Exílio, I-Juca-Pirama, Ainda uma vez - adeus, Os
Timbiras. Escola/tradição Romantismo, Indianismo Assinatura A Gonçalves Dias
(cursive).svg É o patrono da cadeira 15 da Academia Brasileira de Letras.
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